
Um dos conceitos motrizes do universo umbandista é a EVOLUÇÃO. Se nós, enquanto seres encarnados buscamos a evolução para libertarmos-nos desta condição e nossos próprios Guias e Mentores, ajudam-nos nesta caminhada para, eles mesmos, serem impulsionados além de seus próprios graus evolutivos, seria uma total incoerência imaginarmos que a própria religião que praticamos esteja pronta e acabada. A Tradição umbandista remonta há milhares de anos. O sincretismo que ela encontra em outras Tradições também. Mas temos que ter consciência que mesmo assim ela ainda não encontrou sua forma final e perfeita. O principal motivo? NÓS ainda não encontramos a nossa.
O raciocínio é simples e claro: Se a Umbanda é um dos meios encontrados para o Divino se manifestar em nós e para nós. Se nós próprios estamos em constante evolução. Como é que poderíamos querer supor que este meio não evoluiria, assim como nós próprios? Se a Umbanda por si só não evoluísse, ela simplesmente impediria que nós próprios, em determinado momento, evoluíssemos também, não é claro? É como um professor de ensino fundamental que ensina matemática ao seu aluno. Chega uma hora que ele não tem mais o que ensinar dentro do universo do ensino fundamental. A partir daí, caberá a um outro mestre ensinar a matemática mais avançada, ou a este mesmo mestre expandir o universo matemático que ele mesmo aplica ao seu aluno, ou ainda a este discípulo procurar instâncias superiores onde possa aprender níveis matemáticos mais avançados. Isso sempre, em concordância com a evolução do aluno, que poderá ou não, de acordo com seus próprios méritos, continuar estagnado recebendo as mesmas lições até aprender de fato seus significados ou avançar nos ensinamentos indo até mesmo além do que seu próprio mestre um dia imaginou.
A elevação das conquistas espirituais de nossa coletividade planetária deve ser encarada como uma das missões primordiais da própria Umbanda e, por conseguinte de todos os seus médiuns. Graças a ela, a Umbanda vem através de atitudes sincréticas, inspirações superiores e ensinamentos do Divino, evoluindo consideravelmente nos últimos anos. Graças a isso, seus médiuns também. Lógico que existem verdades espirituais sublimes e imutáveis, e a estas só nos resta uma reduzida percepção. Mas exatamente por isso, temos que estar sempre buscando nossa evolução, assim como evitarmos nos determos ad infinitum a dogmas ou tradições que limitem nossa capacidade evolutiva ou nossa oportunidade de acesso ao transcendente. Por isso, a EVOLUÇÃO não pode jamais ser subtraída pela TRADIÇÃO, mas ao contrário, somar-lhe elementos que nos permitam a nossa própria ELEVAÇÃO.
O raciocínio é simples e claro: Se a Umbanda é um dos meios encontrados para o Divino se manifestar em nós e para nós. Se nós próprios estamos em constante evolução. Como é que poderíamos querer supor que este meio não evoluiria, assim como nós próprios? Se a Umbanda por si só não evoluísse, ela simplesmente impediria que nós próprios, em determinado momento, evoluíssemos também, não é claro? É como um professor de ensino fundamental que ensina matemática ao seu aluno. Chega uma hora que ele não tem mais o que ensinar dentro do universo do ensino fundamental. A partir daí, caberá a um outro mestre ensinar a matemática mais avançada, ou a este mesmo mestre expandir o universo matemático que ele mesmo aplica ao seu aluno, ou ainda a este discípulo procurar instâncias superiores onde possa aprender níveis matemáticos mais avançados. Isso sempre, em concordância com a evolução do aluno, que poderá ou não, de acordo com seus próprios méritos, continuar estagnado recebendo as mesmas lições até aprender de fato seus significados ou avançar nos ensinamentos indo até mesmo além do que seu próprio mestre um dia imaginou.
A elevação das conquistas espirituais de nossa coletividade planetária deve ser encarada como uma das missões primordiais da própria Umbanda e, por conseguinte de todos os seus médiuns. Graças a ela, a Umbanda vem através de atitudes sincréticas, inspirações superiores e ensinamentos do Divino, evoluindo consideravelmente nos últimos anos. Graças a isso, seus médiuns também. Lógico que existem verdades espirituais sublimes e imutáveis, e a estas só nos resta uma reduzida percepção. Mas exatamente por isso, temos que estar sempre buscando nossa evolução, assim como evitarmos nos determos ad infinitum a dogmas ou tradições que limitem nossa capacidade evolutiva ou nossa oportunidade de acesso ao transcendente. Por isso, a EVOLUÇÃO não pode jamais ser subtraída pela TRADIÇÃO, mas ao contrário, somar-lhe elementos que nos permitam a nossa própria ELEVAÇÃO.